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NOTA DE ESCLARECIMENTO
Após vários comentários postados nesse site, referentes a posssível criação da SMTT em nosso município, verificamos os anais da Câmara Municipal, não foi encontrado nenhum projeto ou indicação com esse objetivo, todo e qualquer comentário trata-se de mera especulação.Existe um projeto ou idicação do Vereador Pedro Paulo com objetivo de criação da Guarda Municipal, que precisa da aprovação do poder executivo.
Ladrões fazem Padre Antonio Maria de refém em assalto a mosteiro
O padre Antonio Maria, que também é cantor e escritor, foi rendido junto com mais 15 pessoas durante um assalto ao mosteiro Karim, na cidade de Jacareí (84km de São Paulo). Seis homens armados e encapuzados invadiram o local na noite desta quarta-feira (25). De acordo com uma das freiras, o padre e mais cinco pessoas foram rendidas em uma casa separada do mosteiro. O padre contou que pediu para que os assaltantes não fizessem mal ao grupo. O sacerdote disse, ainda, que as pessoas imaginam que ele "nada" em dinheiro porque canta e vende discos. Segundo a assessoria do padre Antônio Maria, é a segunda vez em dois anos que o mosteiro é assaltado. O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Jacareí. A polícia informou que o grupo levou dois carros, televisores, computadores, celulares e R$ 1.100 em dinheiro. Ninguém foi preso.
Fonte: com agências
26 detentos escapam do Presídio Desembargador Luis Oliveira Souza
Militares do 3º Batalhão, em Arapiraca, tentam recapturar os fugitivos
26 reeducados fugiram, na tarde desta quinta-feira (26), do Presídio Desembargador Luis de Oliveira Souza, em Arapiraca. Eles teriam cavado um túnel no módulo 2 e, em seguida, pulado os alambrados da penitenciária para conseguir escapar. Homens do 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), de imediato, foram acionados para fazer diligências e tentar localizar os foragidos. Eles são considerados de alta periculosidade.
De acordo com o tenente Diogo, do 3º Batalhão da PM, os agentes penitenciários comunicaram a fuga por volta das 13h e pediram o apoio da polícia, haja vista que, sozinhos, não teriam condições de procurar os foragidos na rua. Após o pedido de ajuda, o 3º Batalhão inicou diligências para tentar recapturar os presos. A rota de fuga foi iniciada pelo povoado Canaã, zona rural de Arapiraca.
Ainda segundo o oficial, apenas quatro detentos foram recapturados pelos agentes penitenciários. Eles foram detidos ainda nas imediações do presídio quando tentavam foragir. Os demais, aidna não foram localizados.
"O plano foi orquestrado para esta quinta-feira porque recebemos informações que havia, pelo menos, duas motos e uma Pajero no aguardo dos presos do lado de fora da unidade prisional", declarou o militar.
A fuga aconteceu depois que os reeducandos escavaram um túnel numa das celas do módulo 2. Todos os foragidos são considerados criminosos de alta periculosidade.
POSTADO EM:26-01-2012
FONTE:http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=249319
Talvane e mais quatro réus são condenados pelo assassinato de Ceci Cunha
19 de Janeiro de 2012 04:52
Amanda Farias
Já passava das 4h30 da madrugada quando o juiz André Granja deu, finalmente, o veredito no julgamento do assassinato da deputada federal Ceci Cunha. Talvane Albuquerque foi condenado por homicídio duplamente qualificado. Jadiélson Barbosa, Mendonça Medeiros, Alécio Vasco e José Alexandre dos Santos também foram condenados, como executores dos homicídios triplamente qualificados.
Para o juiz, as provas demonstram que os acusados são culpados pelo crime, com a intenção de obter o cargo de deputado deferal, assumido por Ceci Cunha. André Granja afirmou que o crime foi cometido de maneira fria, sem chance de defesa e com a invasão do ambiente familiar "dispostos a matar qualquer pessoa que ali estivesse".
PENAS
A primeira pena estabelecida pela morte de ceci Cunha foi a de Jadielson Barbosa, o réu foi condenado a 25 anos de prisão. Pela morte das outras três vítimas, a pena foi de 26 anos e oito meses, totalizando 105 anos de prisão. A pena foi idêntica para José Alexandre dos Santos.
A pena pela morte de Ceci para Alécio César Vasco foi de 20 anos e dez meses de prisão. Com relação às outras três vítimas, a pena estabelecida foi de 22 anos, um mês e 20 dias, totalizando 87 anos e três meses de prisão.
Mendonça Medeiros foi condenado a 15 anos e sete meses de prisão. Pelas mortes dos parentes da deputada, foi estabelecida a pena de 20 anos para cada um, totalizando 75 anos e sete meses de prisão.
Por último, Talvane Albuquerque foi condenado a 24 anos e quatro meses de prisão pela morte de Ceci Cunha, e a 26 anos e oito meses pelas demais vítimas, somando 103 anos e quatro meses de reclusão. Também foi estabelecida uma indenização por danos materiais de R$ 100 mil para os herdeiros de Ceci Cunha, Juvenal Cunha e Iran Maranhão, que tinham filhos menores de 25 anos à época do crime. Também foi determinado o pagamento de 500 salários mínimos para os herdeiros de cada vítima.
Espera
Às 21 horas, após os debates entre Ministério Público Federal e os advogados, os julgados foram levados para a sala secreta para fazer o julgamento dos réus. Todos saíram do plenário, juiz, promotoria e advogados de defesa. Um intervalo de quatro horas foi dado para que o Conselho de Sentença decidisse sobre o futuro dos réus: a condenação ou absolvição.
Os réus foram acusados de terem planejado o assassinato da deputada federal Ceci Cunha, em 16 de dezembro de 1998, assim como o marido dela, Juvenal Cunha, de Iran Maranhão e a mãe dele, Ítala Maranhão.
Defesa
Na tarde desta quarta-feira, 18, a defesa dos acusados apresentou, durante as tréplicas, reportagens veiculadas em jornais onde integrantes da Polícia e Justiça dizem que as investigações não apontavam Talvane como autor do crime. A reportagem também trouxe uma declaração do juiz Daniel Acioly afirmando não ter encontrado provas para pronunciar Talvane Albuquerque.
Nas reportagens, é apresentado depoimento do delegado Paulo Brás, que também reforça que não foram encontradas provas contra Albuquerque quando presidia o inquérito.
Acusação
O assistente de acusação, José Fragoso, lembrou o depoimento do jardineiro Valmir Pareira, sobre o carro Uno usado pelos acusados. Falou que as ligações feitas entre Talvanes, Jadiélson Barbosa da Silva, Alécio César Alves Vasco, José Alexandre dos Santos e Mendonça Medeiros Silva aconteceram em um curto espaço de tempo no dia do crime.
Mostrou a conta telefônica do aparelho com o código de área de Brasília e questionou o motivo de terem havido tantas ligações para os acusados no mesmo dia do crime, 16 de dezembro de 1998. Durante a explanação de José Fragoso, o procurador federal Rodrigo Tenório pediu a palavra e disse que o jardineiro Valmir reconheceu “Chapéu de Couro” dentro do veículo.
Tenório diz que José Alexandre foi encontrado com arma e que viu três pessoas no carro no dia do crime. "Os assassinos executaram a ex-deputada e depois saíram rapidamente da cena do crime, pois eles não iam atirar e ficar lá esperando”, coloca.
Diz também que Claudinete Maranhão confirmou que viu Jadiélson e o reconheceu neste julgamento. Explicou que o crime foi uma conspiração para matar Augusto Farias. Segundo ele, o alvo mudou para Ceci Cunha.
Rodrigo Tenório conclui pedindo aos jurados que não se deixem enganar pela defesa que usa de emoções exacerbadas.





